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segunda-feira, 3 de julho de 2017

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O plurissex, o genderless, o gender-bender, o agender, o unissex ou seja lá que outro termo venha a surgir para definir a moda sem gênero. E esse é um conceito que vem ganhando força progressivamente. O unissex já não é novidade desde que a pioneira Coco Chanel, lá pelos idos 1920, pinçou, do guarda-roupa deles, as primeiras peças consagradamente masculinas a desfilarem pelas curvas de uma mulher, como a calça pantalona e a camiseta bretão, ambas inspiradas pelos uniformes da marinha francesa. E Chanel nunca parou de olhar para o estilo prático e confortável do visual dos homens, marca de sua assinatura ad infinitum. À Chanel, se seguiram Yves Saint Laurent, Emilio Pucci, Giorgio Armani, Ralph Lauren e tantos outros, para manter apenas no universo da moda, que mantiveram um flerte constante entre os dois gêneros. Pois então. Flerte é uma coisa. Casamento é outra. E é disso que estamos falando agora, uma relação mais séria, uma moda que não revela para quem, exatamente e de fato, foi produzida, apenas veste igualmente homens e mulheres, uma interação além das referências e bem longe, grazzie a Dio, de quaisquer estereótipos.
http://revistadonna.clicrbs.com.br/coluna/genderless-moda-sem-genero-vai-muito-alem-de-estilo-moda-na-real-por-aspatricias/

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